Quatro controles, uma fórmula. O lado da saída é m = ⌊(n + 2p − f)/s⌋ + 1, e o piso dessa divisão é o que joga fora posições da entrada. Elas aparecem em vermelho: nenhuma janela as alcança. A moldura tracejada é o preenchimento com zeros.
A célula na posição j de um eixo é lida por min(j, f−1, n−f, n−1−j) + 1 janelas, e a contagem em duas dimensões é o produto das contagens em cada eixo. O canto é sempre lido menos que o miolo, e o desequilíbrio é o motivo pelo qual imagens pequenas precisam de preenchimento.
Este painel é fixo: a entrada 4 × 4 e o núcleo [1 2 ; 3 4] do artigo, com p = 0 e s = 1. O botão troca a correlação cruzada pela convolução verdadeira. Sete das nove células mudam; as duas em âmbar não mudam, porque a janela que as produz é invariante por rotação de 180 graus — e ali qualquer núcleo empata.