Mexa em β, na porta g, na nitidez γ e nos três pesos do deslocamento, e as quatro fileiras se mexem juntas. O que vale a pena tentar: puxe g de 1 até 0 e veja a primeira fileira deixar de importar — em g = 0 o endereço seguinte não depende da memória, da chave nem de β, célula a célula. O cartão depende do conteúdo? mede isso: ele recalcula tudo com uma chave diferente e compara. Tudo aqui é exato — inteiro grande sobre denominador comum, sem ponto flutuante em lugar nenhum.
Aqui g = 0: o conteúdo está desligado, e quem move a cabeça é só o deslocamento seguido da nitidez. Cada clique é um passo, e o rastro mostra por onde ela passou. Com s simétrico a cabeça não sai do lugar — o endereço se espalha para os dois lados na mesma medida, e o máximo continua onde estava. O contador conta posições distintas visitadas, que é o tamanho de um conjunto, e não o número de cliques.
O endereço começa quase uniforme — uniforme mais uma perturbação minúscula — e o gráfico mostra a norma do desvio dele em relação ao uniforme, em escala logarítmica, ao longo das iterações de deslocar-e-afiar. Abaixo da soleira a reta desce: a perturbação encolhe e o endereço se dissolve no uniforme. Acima dela a reta sobe, até saturar num ponto fixo. A marca na régua de γ é a soleira do deslocamento escolhido, e a curva para quando sai do eixo.
Uma permutação das cinco posições de cada vez, em ordem lexicográfica — passeio, e não sorteio, para que a contagem seja a mesma em toda máquina. O contador diz quantas das 120 deixam o operador de deslocamento inalterado. Mexa nos três pesos: com s neutro são 120, com s simétrico são 10, e com s assimétrico são 5.